os cursos

voltar
Economia criativa e sociedade em rede - Crowdsourcing e Startups

Coordenação Antonio Augusto Grieco (Guto Grieco)
Professor(a) Gil Giardelli
Início das aulas: 01 de Janeiro
Término das aulas: 01 de Janeiro
Aulas às (sem data)

O que é?

Economia criativa é a nova economia do século 21, da demanda inteligente, de empreendedores que usam o cérebro para lucrar. É a economia que utiliza da criatividade para gerar empregos melhores, produtos inovadores e crescimento econômico.

Economia criativa é aquela baseada em atividades criatividade, nas habilidades individuais e no talento. É a indústria que tem potencial para criar riqueza e empregos ao desenvolver propriedade intelectual. Isso inclui propaganda, multimídia, arquitetura, cinema, música, arte e antiguidades, vídeo game, softwares, livros, design, moda, capitalista social e novas midias. Idéias que perpassam trabalho, estilo de vida e várias formas de riqueza, que incluem capital cultural, social e econômico.Paul Makehan 

Com uma movimentação financeira mundial de mais de US$ 3 trilhões, esse setor é primordial para o desenvolvimento socioeconômico, tendo um crescimento de 6,3% ao ano e já sendo responsável por 10% da economia mundial. Segundo estudo da Firjan, a cadeia da indústria criativa já representa 17,8% do PIB do Estado do Rio (cerca de R$ 54,6 bilhões) e emprega 82 mil pessoas.

As três últimas gerações foram educadas para desenvolver carreiras em áreas do conhecimento que demandam técnica e precisão, com profissões já existentes e conhecidas por nossos avôs, baseadas nas ciências, engenharia, matemática e tecnologia. A partir de meados do século passado, nos países desenvolvidos, a demanda de trabalhadores nas chamadas áreas de serviços ultrapassava as demais categorias. Esse fenômeno veio a acontecer no Brasil recentemente e dá início a uma nova era, a da criatividade, na qual as artes, as ciências humanas e as ciências sociais interagem com o universo das ciências exatas. É a indústria que tem potencial para criar riqueza e empregos ao desenvolver propriedade intelectual: a economia criativa é responsável por 10% da economia mundial e movimenta US$ 3 trilhões. Crescendo a um percentual de 8% por ano, estima-se que o setor irá movimentar US$ 6 trilhões em 2020.

 A coletividade, participação, compartilhamento são as premissas desta nova era. Os processos colaborativos, presentes fortemente nas mídias sociais, alteram a sociedade em diversos aspectos, tornando as ideias mais importantes que os produtos. A economia global está em transição: acaba a era da informação, começa a era da criatividade. É o Espírito da Inovação.

 O que estudaremos?

 Para estar à frente no mercado, as companhias precisam agora inovar e trabalhar com o imaginário do consumidor, procurando antecipar os seus desejos. É o capitalismo se reinventando, valorizando uma nova forma de coletivismo!

Por isso, estudaremos os caminhos que o consumo e a sociedade estão trilhando com o impacto das novas tecnologias, a geração Y e as novas formas de fazer negócios, propriedade intelectual, economia criativa, capital cultural, capitalistas sociais, indústria de ideias, sustentabilidade criatividade como matéria-prima, negócios sociais, missões sociais, pensamento verde, liberdade de consciência e a sustentabilidade em 4 pilares – negócios, talentos, ambiental e social.

 Atualmente, quem sempre dependeu de grandes máquinas diz ao mundo que o futuro é dos cérebros! Do jovem que ainda está na faculdade aos CEOs de grandes empresas globalizadas, quem ficar fora da era da colaboração e do conhecimento será incapaz de competir nos negócios, por não saber compartilhar.

O curso

Como inovação aberta, criatividade e novos modelos de negócios podem ser aplicados no mundo da comunicação? Enxergaremos os trabalhos coletivos, co-work, mashups, co-brand, co-criação e o processo criativo dos negócios, empresas e os novos meios de relacionamento. Navegaremos pelas primeiras atitudes de co-criação na década de 70 do século passado, até a releitura das tendências nos dias atuais, os seus desdobramentos e reflexos no mundo do marketing, publicidade, cultura e sociedade.

Objetivos

Enxergar como é possível aplicar os movimentos de vanguarda da sociedade em rede ao seu universo profissional;

Instruir profissionais sobre como os novos movimentos coletivos podem, e devem, influenciar e transformar os negócios no mundo;

Entender como a vanguarda digital  pode mudar as formas de comunicar, melhorar a produtividade, gerar tráfego, aumentar as vendas, construir marcas, permitir trabalho remoto e melhorar o relacionamento.

Programação

Co-work e o mundo do marketing;

Tecnologia e negócios do futuro;

Redes sociais e a relação do cyberarte;

3D a nova fronteira do relacionamento;

Comunicação de massa, microarte e microtendências;

Sem tempo para pensar – ruptura e sociedade em rede;

A sociedade imediatista, vigiada e individualizada;

Convergência, colaboração e troca;

Trabalho remoto;

As novas formas de consumo e o consumo colaborativo;

Como grandes empresas globais utilizam crowndsourcing em suas estratégias de inovação e comunicação.

Público-Alvo

Projetado para os profissionais de marketing, publicidade, inovação, área de P&D, designers, jornalistas, relações públicas, criação, empreendedores, profissionais de atendimento, de TI, de planejamento e empresários que precisam enxergar novas formas de inovação e trazer os elementos-chave dos vários canais do cyber arte. Os profissionais irão se preparar para obter sucesso nesse novo cenário de muita velocidade, dinamismo e competição, trazendo novas formas de enxergar novas atividades, estratégias e estilo de vida.

A proposta da educação 2.0

Com ferramentas de apoio e colaboração teremos:

Blog coletivo;

Rede social exclusiva da classe;

No final, você fará parte de uma rede “Ning” com mais de 300 inovadores digitais;

Slideshare.net com as aulas;

Aulas gravadas e disponíveis on demand;

Twitter e Facebook da classe.

Resultados esperados

Uma mudança em seu pensamento estratégico, trabalho e vida pessoal com as possibilidades das tendências de cyber arte;

Vislumbrar a inovação tecnológica e a ruptura na forma, como nos relacionamos e criamos negócios;

Enxergar que a humanidade vive uma ruptura. É o momento de repensarmos arte, direitos autorais, ética, privacidade, comércio, relações humanas e nós mesmos, os indivíduos digitais;

Algo novo. Novo poder, nova força de trabalho, novos pensamentos, nova competição, novos modelos de negócios, novo estilo de vida, novas possibilidades, novas audiências e novos mercados. Bem-vindos à era do “Software da inteligência coletiva”;

Pontos das aulas:

A coletividade, participação, compartilhamento são as premissas desta nova era;

Estimular a inovação digital tendo como premissa o crescimento sustentável do Brasil;

Abrir uma discussão sobre critérios e utilização da Web 2.0, mostrando a importância desta ferramenta na construção de uma nova economia;

Entender e sugerir novas formas de inclusão digital na Economia 2.0;

Como empreender na era digital;

O cenário e a economia na era digital;

Como o Brasil poderá fomentar empresas da economia criativa;

Startup Factories, uma ilusão ou uma realidade no Brasil

High Tech e High Fashion com o tempero brasileiro;

O que é capitalismo criativo;

Inovação e lucro;

Como está acontecendo o fim da classe média, o fim da carteira assinada e a transição para a Era do Empreendedorismo em tempos digitais;

O Brasil é a fronteira do capitalismo criativo?;

A grandes empresas inovadoras não nasceram nas universidades e sim em seus dormitórios! Como aconteceu?;

Qual os ingredientes e coragem para abrir uma empresa em tempos de crise mundial;

Vivemos a era do socialismo digital: sai as brocas, picaretas e pás, entram apps, scripts e API;

O Mundo Digital e seu poder de transformação econômica;

Qual a diferença das Startups no Vale do Silício: USA, Cambridge e Oxford;

Googlenomics;

A cultura do “corra risco e movimente-se primeiro”;

Inovação e empreendedorismo digital;

Inclusão digital e a importância para o Brasil na nova economia;

Qual a importância da economia criativa para o crescimento sustentável do Brasil.

Preço para 1ª turma  R$ 990,00

CANCELAMENTO
Pela ESPM, por falta de quorum, será devolvido 100% do valor pago. O aviso será feito em até 48h.

O cancelamento por parte do aluno gera estorno do valor pago segundo o seguinte critério:
Até 48h antes do início do curso: estorno integral.
A partir do primeiro dia de curso, o estorno é proporcional ao período de vigência do curso.
 

.........................................................................................................................................................

Datas e valores

Carga horária: 14 h/a

Início das aulas: 01 de Janeiro

Término das aulas: 01 de Janeiro

Aulas às (sem data)

Inscrições até: 01 de Janeiro

Preço: 3 x R$ 330,00 ou R$ 990,00

faça já sua matrícula

veja também

 

Apresentação – uso, forma e conteúdo
Início 20 de Maio
17 de Maio
Como Montar uma Fanpage no Facebook
Início 19 de Junho
17 de Junho
Redes Sociais e Inovação Digital
Início 24 de Junho
21 de Junho
Construção de uma nova marca e seus produtos
Início 22 de Julho
19 de Julho
Inovação & Design Thinking
Início 23 de Julho
19 de Julho
Marketing Digital para a Base da Piramide
Início 18 de Agosto
10 de Agosto
Gestao de comunidades
Início 19 de Agosto
16 de Agosto
Entenda o Brasil do futuro agora
Início 20 de Outubro
05 de Outubro
A transmídia nas agências e no novo marketing
Início 23 de Outubro
21 de Outubro
Envie sua dúvida crítica ou sugestão!