A ESPM foi fonte em reportagem da Exame que analisa como as redes sociais transformaram o Big Brother Brasil em uma espécie de “bolsa de valores”, em que participantes são avaliados em tempo real pelo público. Segundo o professor Marcos Bedendo, as redes funcionam como um termômetro de popularidade, em que a percepção sobre os participantes pode mudar rapidamente conforme suas ações no programa.

Para o docente, esse movimento evidencia uma tendência de volatilidade da reputação no ambiente digital, aproximando o reality show da lógica do mercado financeiro. Nesse cenário, engajamento, imagem e aceitação do público passam a ter valor estratégico, influenciando diretamente o interesse de marcas e oportunidades comerciais dentro e fora do programa.
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