Atenta às exigências do mercado, a faculdade de Ciência de Dados e Negócios da ESPM forma profissionais com competências estratégicas que conectam tecnologia e resultado de negócios
A faculdade de Ciência de Dados e Negócios da ESPM está alinhada às demandas do mercado de trabalho e, mais do que formar profissionais capazes de programar ou analisar informações, busca desenvolver competências estratégicas que conectam tecnologia e resultados de negócios.
Este foi o tema do episódio 138 do Primeira Jornada, podcast da ESPM que te ajuda a escolher uma carreira e a refletir sobre o futuro profissional. O bate-papo contou com a participação de Lucy Mari Tabuti, Coordenadora da Graduação Bacharelado em Ciência de Dados e Negócios da ESPM, e Isabelle Dib, aluna do curso.
De acordo com Lucy, o perfil profissional demandado pelas empresas mudou muito nos últimos anos: “As empresas querem pessoas que consigam entender o problema antes mesmo de pensar na tecnologia”. Para ela, o diferencial deixou de ser apenas o domínio de linguagens de programação e passou a incluir o pensamento crítico, a capacidade analítica e a tomada de decisão.
Nesse cenário, a faculdade de Ciência de Dados e Negócios tem ampliado a sua abordagem para além do ensino técnico. Na ESPM, a formação inclui conhecimentos em programação, estatística, análise de dados e inteligência artificial. Além disso, também contempla habilidades comportamentais, as soft skills, como liderança, comunicação e visão estratégica, competências bastante valorizadas pelas empresas.
Isabelle, estudante do curso e estagiária na 99, corrobora essa tendência. “O mercado está cheio de gente boa tecnicamente, mas que não sabe comunicar o que pensa. Isso foi um grande diferencial para eu conseguir trabalhar tanto na Siemens quanto na 99”, declarou.
Experiência prática
A importância da experiência prática durante os anos de graduação foi outro ponto discutido. Isabelle ressaltou que ter contato com empresas e projetos reais desde os primeiros semestres do curso ajuda o estudante a entender como a teoria é aplicada nos desafios cotidianos das organizações, o que contribui para sua maturidade profissional e amplia sua visão sobre os negócios.
Segundo Lucy, o estágio funciona como um grande elo entre o conhecimento acadêmico e a realidade coorporativa. “Na faculdade, a gente aprende programação, banco de dados, estatística e negócios. Quando o estudante entra na empresa, ele percebe que tudo acontece ao mesmo tempo”, explicou. A partir dessa experiência, os alunos passam a entender a complexidade dos projetos, prazos, clientes e processos de decisão.
A integração entre estudo e trabalho também fortalece o pensamento crítico dos futuros profissionais. Isabelle relatou que muitas dúvidas que surgiram durante o estágio foram esclarecidas posteriormente em sala de aula, criando uma conexão prática com os conteúdos acadêmicos: “Quando você não conhece algo, nem sabe onde tem dúvida. A sala de aula e o estágio ajudam a enxergar isso de formas diferentes”.
A dica da coordenadora para quem deseja ingressar na área é participar de hackathons, projetos e buscar estágio o quanto antes.
Graduação na ESPM
Disponível em São Paulo, a Graduação Bacharelado em Ciência de Dados e Negócios tem nota máxima no MEC e a melhor nota do ENADE entre os concorrentes.
O curso busca formar engenheiros e analistas de dados, cientistas, desenvolvedores de aplicativos, programadores e empreendedores em tecnologia. Cabe ressaltar que essa expertise em tecnologia é amparada pelo DNA de negócios da ESPM, a Marketing Powerhouse.
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