Selecionada pela BASE, a incubadora da ESPM, a Flow Exports ajuda micro e pequenas empresas brasileiras a exportar para o exterior de forma simples e estruturada
A Flow Exports tem como objetivo auxiliar micro e pequenas empresas brasileiras a começarem a exportar para fora do país. Fundada por Fábio Fonseca, estudante do Doutorado em Administração na ESPM, a startup foi selecionada pela BASE, a incubadora de negócios da ESPM.
“Nós conectamos essas empresas a clientes no exterior, organizamos toda a jornada de exportação e damos suporte comercial e operacional, com presença física nos Estados Unidos e na Europa”, explica Fonseca.
Origem da startup
A Flow Exports surgiu a partir da percepção de que micro e pequenas empresas nacionais têm produtos com potencial internacional, mas não conseguem exportar por falta de estrutura, conhecimento e tempo, bem como experiência prática de pesquisa e atuação em mercados internacionais, especialmente na Europa.
Ao longo de anos estudando o comércio exterior e conversando com diversos empreendedores, Fonseca percebeu que a maioria das soluções de exportação era cara, complexa e voltada a grandes empresas. Foi então que começou a pensar em um modelo de negócio que também contemplasse empresas menores.
“Faltava uma ‘esteira de exportação’ realmente desenhada para PMEs (pequenas e médias empresas)”, afirma ele. “Esse gap virou oportunidade de criar um modelo em que a mesma infraestrutura comercial e tecnológica pudesse atender pequenos negócios simultaneamente, democratizando o acesso ao mercado internacional.”
Segundo o fundador, a expectativa é que a passagem pela Incubadora de Negócios da ESPM ajude a acelerar o amadurecimento da Flow Exports como negócio: “A passagem pela BASE deve acelerar a validação do modelo de negócio, ampliar o acesso a feedback qualificado e conectar a Flow Exports a um ambiente rico em inovação, parcerias e talentos — transformando um projeto sólido em uma empresa pronta para crescer”.
Fonseca espera que essa passagem pela BASE traga diversos ganhos para a empresa, como refinar a proposta de valor e posicionamento de marca; testar e ajudar o modelo de receita; ter a visão de mentores e especialistas nas áreas de negócios, comunicação e inovação; e conviver com um ecossistema de empreendedores e parceiros que podem render oportunidades de colaboração.
“Estamos saindo da fase de construção e teste de conceito para avançar rumo a um negócio repetível, escalável e com impacto concreto na internacionalização de PMEs brasileiras”, afirma. “A experiência na incubadora da ESPM pode ser decisiva nesse percurso.”
BASE ESPM
Com escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro, a BASE ESPM proporciona às startups acesso a mentorias especializadas, workshops, networking com investidores, bem como à estrutura da própria ESPM.
Clique aqui para saber mais sobre a BASE ESPM!
Leia também
Voxity: startup transforma a escrita em renda e impacto social
Bora.AI: startup usa IA para melhorar o planejamento de viagens
Koji Eyewear: inclusão e inovação no mercado óptico brasileiro
Agência NAVE traz inovação para o marketing digital imobiliário