Grupos de mulheres em todo o Brasil se reúnem para costurar e bordar, não apenas como hobby, mas como parte de cooperativas de vestuário que valorizam a economia solidária, a sustentabilidade e a moda artesanal. Este tema foi destaque na reportagem do especial Cooperativismo, do Valor Econômico, e contou com a participação da professora de sustentabilidade, Mariana Rico.
Segundo a especialista, esses coletivos priorizam o trabalho manual e personalizado, “Tudo é feito à mão, customizado. É como uma ‘slow fashion’, não ‘fast fashion’. A economia solidária está nesse modelo, que remunera melhor todos os que estão nessa cadeia.”
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