Saiba mais sobre a graduação em Relações Internacionais, o conceito de diplomacia corporativa e como a grade curricular prepara você para atuar no mercado global
Para quem pesquisa sobre o curso de Relações Internacionais onde estudar, e como, é comum encontrar uma visão focada apenas na diplomacia de Estado e no trabalho em embaixadas. No entanto, em um mundo marcado por crises climáticas, guerras comerciais e a ascensão da inteligência artificial, o mercado exige um novo perfil: o internacionalista estratégico, capaz de transitar entre governos, empresas e organizações globais.
A Graduação Bacharelado em Relações Internacionais da ESPM rompe com o modelo tradicional ao focar no conceito de diplomata corporativo. O objetivo é formar profissionais que compreendam a geopolítica não apenas como um campo de estudo, mas como uma ferramenta para a tomada de decisão em grandes corporações e no terceiro setor.
O diferencial da diplomacia corporativa
Diferente de cursos com viés puramente acadêmico ou político, a ESPM integra o conhecimento das Ciências Sociais (Ciência Política, Sociologia e Direito) à realidade do marketing internacional e dos negócios.
O aluno desenvolve uma visão global para entender como um conflito no Oriente Médio ou uma nova tarifa ambiental na Europa impactam diretamente o preço dos insumos e o comportamento do consumidor no Brasil. É o que Alexandre Uehara, coordenador do curso de Relações Internacionais da ESPM, define como o perfil de um profissional “inquieto e curioso”, capaz de ler o cenário para antecipar tendências.
Matriz curricular e trilhas de especialização
A flexibilidade é um dos pilares da grade. Através do modelo Major e Minor, o estudante garante a base técnica obrigatória (Major) e tem a liberdade de escolher trilhas de especialização (Minor) que dialoguem com seus interesses profissionais.
Essa estrutura permite que o futuro internacionalista personalize sua formação em frentes como:
- Global Business;
- Relações com Investidor, Risco e Compliance;
- Relações Governamentais e Institucionais;
- Business Intelligence;
- Integridade Corporativa, Compliance e ESG;
- Mercado Financeiro e de Capitais.
Vivência prática e núcleos profissionais
A teoria ganha vida através da atuação nos Núcleos Práticos, onde o aluno lida com desafios reais do mercado e da pesquisa:
- Global Jr. SP: agência júnior que presta consultoria em internacionalização de empresas.
- LegisLab: laboratório voltado para a análise de políticas públicas e processos legislativos.
- CBENI (Centro Brasileiro de Estudos de Negócios Internacionais): foco em pesquisa e inteligência comercial.
- RAIA (Risk Analysis and International Affairs): rede acadêmica dedicada à investigação de temas de ponta no cenário internacional.
Ciclos de formação
O currículo é organizado em dois momentos distintos, pensados para integrar a base teórica à realidade do mercado global:
- Ciclo de preparação profissional (1º e 2º ano): voltado às disciplinas de base e ao desenvolvimento de competências humanas via LifeLab.
- Ciclo de inserção profissional (3º e 4º ano): período em que o aluno aprofunda conhecimentos na Minor e inicia o estágio obrigatório, aplicando a análise de cenários em empresas e ONGs.
O que faz um internacionalista formado pela ESPM?
A carreira é uma das mais amplas da atualidade. O internacionalista da ESPM atua na interdependência de informações, ocupando posições em:
- Setor privado: departamentos de relações governamentais, comércio exterior e análise de risco em multinacionais.
- Terceiro setor: ONGs globais focadas em direitos humanos ou sustentabilidade.
- Setor público: na “paradiplomacia” (secretarias de governos e prefeituras) ou na carreira diplomática tradicional via Itamaraty.
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