O presidente da Ucrânia exige garantias de segurança de longo prazo (cerca de 50 anos) dos aliados, enquanto o Kremlin oferece menos e condiciona qualquer acordo à retirada das tropas ucranianas do leste do país. Apesar de declarações otimistas de Donald Trump sobre um possível acordo, as negociações enfrentam impasses profundos.
Segundo o professor do curso de Relações Internacionais da ESPM, Leonardo Trevisan, em entrevista para o programa Conexões, da Globonews, há dois planos em disputa: um russo, que prevê a cessão definitiva de quatro províncias à Rússia, rejeitado pela Ucrânia; e um ucraniano, que propõe zona desmilitarizada e referendos, rejeitado por Moscou. A Rússia avança militarmente e não tem interesse em uma trégua temporária, buscando vitória imediata.
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